Sobre mim?
Nêga, Carioca de sangue baiano, sou do Mundo, tô vivendo a minha maneira e sempre dando a minha cara pra bater... uma metamorfose ambulante!

Idade?
Idade em estado eternamente Mutante!
Depende de como acordo, aonde acordo, com quem acordo...

Detalhes tão pequenos...
"Agora eu não me sei,
Eu me intuo.
Saber era olhar
- com a distância recomendada;
Provar
- com a crítica afiada;
Fruir
- com os devidos limites.
Intuir é mergulhar
- com os perigos e as delícias;
Sorver
- buscando todos os sabores e palpites;
Engolir
- trazer para dentro de si.
Já não sou santa, imaculada.
Sou mais, fui além.
Sou meu próprio doce, chama,
Flagelo, sangue e luz.
Isso me basta.
Isso é mais do que se quis,
É mais do que supus.
Não me explico mais,
Agora eu me entendo.
Estendo a mim
A minha benevolência,
Minha compreensão e misericórdia
E as delícias das memórias do que fiz.
Sou hoje o que de mim possuo,
Ando me apossando de tudo
E sendo feliz.
Estou em mim
E estou comigo."

Adoro: Gente sem contra-indicação, Minha família de sotaque arrêtado que fica distande dos meus olhos, mas sempre dentro do meu coração; Música para os meus ouvidos e para minha alma, Teatro e livro para me darem asas, Ilê Aiyê para os tambores do meu coração bater, Viajar para desopilar, Vinho para saborear, Intimidade ,Verdade, Honestidade, Estar apaixonada, Mulheres em Chamas...

Detesto: Mentira, Dissimulação, Meias Verdades, Frescurite aguda, Preconceito, Bitolação, Escrotidão, Utilitarismo, Falta de Atitude...

Mas...
Sou PURAmenteNêga, criATIVAMENTEnêga, conscienteMENTE Nêga... sou tudo, nada, intensa, amiga, passional, teimosa, dengosa, sou fogo, sou ar....sou de Ogum com Iansã!
Quer um conselho?
Esqueça tudo...não existem regras, nem traçado!
Estou eternamente em obras!
Me construindo sempre!
Nêga.



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Música para os ouvidos...


Beleza Pura!
(A cor do Som)


"Calcei teus sapatos, como disse que jamais desejaria.

Calcei teus sapatos e te convidei para dançar, mas dancei sozinha. Sabia que a música era só minha, ainda assim, calcei teus sapatos e inventei melodia, como disse que não mais faria.

Calcei teus sapatos e me fiz menina que inventa passo, que dança solta, que desatina, calcei teus sapatos e dancei leve e linda como imaginei que não mais seria.

Calcei teus sapatos e estendi os braços mesmo sabendo que os teus não estenderias, calcei teus sapatos e rodopiei como pensei que não mais saberia.

Calcei teus sapatos e esperei teu abraço que faria de mim a bailarina que sonhei, mas tu não a querias.

Então tirei teus sapatos e segui descalça, como sempre soube que seguiria."

por Ticcia.

http://www.naodiscuto.com

 




- Postado por: Nêga às 19h29
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Eu gosto de ser mulher...sonhar, arder de amor...de ser feliz ou sofrer...

Sim, companheira, a revolução teve o seu preço. Os sutiãs caíram em chamas em praça pública, nossa entrada no mercado de trabalho foi garantida e destacada, o casamento não é mais uma condição para se viver em sociedade, enfim, a mulher está aí livre de amarras e esporas. Quer dizer... mais ou menos. Afinal, a mulher de hoje encara uma jornada de trabalho quádrupla ou quíntupla que, definitivamente, é coisa de super-heroína: de manhã, ordem mínima na casa e crianças prontas para o colégio. De tarde, os trampos e os estresses do escritório e do trânsito, ainda rumo à malhação. À noite, jantar na mesa e meninada na cama. Ufa, hora de desmaiar no travesseiro e, com a mente em companhia do que precisa ser resolvido amanhã, quem sabe, sonhar com um merecido descanso.

Cobranças sociais: o pior monstro

Parando para pensar, talvez a parte mais complicada de toda essa história seja lidar com as exigências de uma sociedade que, por incrível que pareça, ainda não aceitou plenamente o modelo defendido por nossas conquistas. Na opinião da psicóloga e psicodramatista Márcia Homem de Mello, a mulher está se sentindo obrigada a se transformar numa máquina de desempenhar tantas funções, sempre com exímia competência. "Isso é muito cruel. É importantíssimo, nesse processo, para lidar com tamanha pressão, definir prioridades, por mais que isso seja doloroso e vá, certamente, sofrer muitos questionamentos ao longo da vida. É preciso vencer o medo de escolher e, a partir daí, organizar a dedicação. Se o mais importante, o mais realizador, é ser mãe, o trabalho deve ficar em segundo plano. Se a carreira for o essencial, a família vai ficar atrás", diz ela. Assim, é mais fácil encontrar um meio termo e sofrer menos. "Para quem não quer ficar longe de casa, o meio período é uma ótima solução. Por exemplo, trabalhar no horário em que as crianças estão na escola ou aproveitar o horário de outras atividades delas em que a nossa presença não é tão necessária, como cursos e aulas de esporte", sugere ela.

No entanto, lidar com a culpa de preterir qualquer um dos lados também não é simples. Márcia garante que ninguém está mesmo livre de enfrentar esse tipo de questionamento e lembra que nenhuma escolha precisa ser eterna. "Essas prioridades podem ser temporárias, de acordo com a necessidade e o momento. O importante é que hoje essa culpa, pelo menos, está dividida com o homem que começa a sentir a mesma angústia, já que ele também faz mais parte da vida doméstica. E ele pode e deve ter um papel importante nessa história, principalmente quando os filhos estão envolvidos", acredita ela. Ser mulher nesse mundo não é mesmo pra qualquer uma. Mas alguém nega que, mesmo entre relatórios, mamadeiras, faxineiras e maridos carentes, é uma delícia ser uma heroína de verdade? Hein, Mulher-Maravilha?

Bela Diversidade

Num mundo estereotipado, a diversidade de feições e até os charmosos defeitinhos - que nos fazem mais humanas - ficam escondidos debaixo de silicones, chapinhas japonesas e uma infinidade de artifícios estéticos. Não que as descobertas da indústria cosmética não sejam uma tremenda alavanca para a nossa auto-estima. Afinal, ela é fundamental para quem quer ficar de bem com o espelho, seja o reflexo dele loiro, rechonchudo ou marcado pelo tempo. Mas algumas mulheres andam exagerando na dose, em busca de padrões que desrespeitam a sua própria essência, esquecendo que, na verdade, a beleza está na autenticidade de valorizar o que se tem de melhor.

A dentista Anna Carolina Gabizo descobriu isso quando resolveu dar um cessar-fogo na guerra contra o seu cabelo. "Eu era uma verdadeira escrava da escova. Precisava começar a me arrumar com uma hora e meia de antecedência, no mínimo, pra conseguir chegar a algum lugar dentro do atraso tolerável de 15 minutos", confessa ela, que ainda deixava boa parte do salário no salão para garantir o visual esticado-com-chapinha todo fim de semana. "Além de destruir todo o meu cabelo, que é fino e não resiste ao estica-e-puxa da escova, eu aborrecia todo mundo que convivia comigo, já que ninguém agüentava mais me esperar. Até que eu me rendi e resolvi assumir de vez o look ondulado. Uso sempre um creme sem enxágüe, que define melhor os cachos e dá brilho, e pra minha surpresa o visual novo fez muito mais sucesso", afirma Anna, satisfeita.

Descobrir a beleza em si é, essencialmente, se conhecer. Principalmente, o lado a que damos menos atenção: as qualidades. É o que diz a cosmetóloga Sonia Corazza. "As pessoas que se julgam melhores por terem, teoricamente, a imagem eleita da beleza, estão agarradas a um conceito passageiro, pois juventude e uma carinha bonita não são perenes. E é só olhando para nós mesmos com atenção, procurando conhecer mais sobre a nossa pele, cabelo e corpo, que poderemos explorar o melhor em cada um, perpetuando esta nossa beleza, tão individual, como uma impressão digital", comenta. O que não quer dizer que o ideal seja se entregar à ação da natureza. "Se os cuidados diários com a saúde e a adoção de uma rotina de vida e trato pessoal não forem adotados, essa compreensão não existe", garante.

Estar bonita é estar feliz

Tão importante quanto cuidar do corpo é nutrir a alma, sobretudo de respeito. "Cansei de provar roupas para o meu tamanho que não entravam. Na hora ficava deprê, mas logo descobri que elas é que não eram para mim, que eu merecia algo melhor e, para isso, bastava ir para outra loja. Tenho plena consciência do meu corpo e há muito tempo sou extremamente feliz do jeito que sou", afirma Vanessa Viana, que aprendeu a explorar o que seu corpo tem de melhor. "A maioria das minhas roupas têm decote em V, que valoriza o meu colo. Um colar daqueles agarradinhos no pescoço e, voilá: uma gordinha bem bonita!", ensina. Saias longas e calças folgadas que não marcam o culote também estão entre suas preferidas. "Principalmente porque ando bem empinada, no estilo peito pra frente e bumbum pra trás! Ah, e dependendo da ocasião, uso e abuso das costas nuas, que são supersensuais", garante.

Impressões cheias de história

E apreciar as alterações que o tempo imprime em cada fisionomia também faz parte dessa compreensão. "Eu tenho 37 anos e, apesar de não gostar de ver as rugas aparecendo no meu rosto, entendo e aceito que elas façam parte de mim e da minha vida", conta a professora Regina Paes. Para ela, cobrar do próprio corpo algo que ele não pode dar é uma forma de se manter permanentemente insatisfeita. E aí, ser bonita fica complicado. "O que faço é me cuidar para que essas marcas do tempo não me deixem com uma má aparência. Posso ser uma mulher de 40 bonita, sem precisar ter carinha de garota. Não tenho 20 anos, minha cabeça, minhas atitudes e minha vida não são de uma mulher de 20 anos. Então, não faria o menor sentido correr atrás desse padrão", afirma.

Regina Paes está coberta de razão. Quanto maior e menos flexível o ideal de beleza, maior o número de frustrações. E maior a possibilidade da auto-estima cair por terra. "A massificação da mulher bonita faz com que elas se espelhem naquelas modelos maravilhosas e se diminuam em relação a elas. Então, esse tipo de sugestão psicológica pode se tornar um perigo se a mulher aceitá-la e resolver ser igual a uma outra mulher", garante o psicólogo Marcio Rocha. Portanto, respeite suas diferenças, valorize suas qualidades e encontre o seu próprio padrão de beleza. O que vale é se olhar no espelho e, seja qual for o reflexo, gostar do que vê!

Trechos da matéria desenvolvida para o Dia Internacional da Mulher.

Por Fernando Guga

http://www.bolsademulher.com.br



- Postado por: Nêga às 11h05
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AMORES MAL RESOLVIDOS

(Arnaldo Jabor)

Olhe para um lugar onde tenha muita gente:

Uma praia num domingo de 40º, uma estação de metrô, A rua principal do centro da cidade.

Metade deste povaréu sofre de Dor de Cotovelo.

Alguns trazem dores recentes, outros trazem uma dor de estimação, mas o certo é que grande parte desses rostos anônimos tem um Amor Mal Resolvido, uma paixão que não se evaporou completamente, mesmo que já estejam em outra relação.

Por que isso acontece? Tenho uma teoria, Ainda que eu seja tudo, menos teórico no assunto.

Acho que as pessoas não gastam seu amor. Isso mesmo.

Os amores que ficam nos assombrando não foram amores consumidos até o fim.

Você sabe, o amor acaba. É mentira dizer que Não. Uns acabam cedo, outros levam 10 ou 20 anos para terminar, talvez até mais. Mas um dia acaba e se transforma em outra coisa: lembranças, amizade,parceira, parentesco, e essa transição não é dolorida se o amor for devorado até o fim.

Dor de Cotovelo é quando o amor é interrompido antes que se esgote. O amor tem que vivenciado.Platonismo funciona em novela, mas na vida real demanda muita energia sem falar do tempo que ninguém tem para esperar.

E tem que ser vivido em sua totalidade.É preciso passar por todas etapas:atração-paixão-amor-convivência-amizade-tédio-fim.

Como já foi dito, este trajeto do amor pode ser percorrido em algumas semanas ou durar muitos anos,mas é importante que transcorra de ponta a ponta, senão sobra lugar para fantasias, idealizações, enfim, tudo aquilo que nos empaca a vida e nos impede de estarmos abertos para novos amores.

Se o amor foi interrompido sem ter atingido o fundo do pote, ficamos imaginando as múltiplas possibilidades de continuidade, tudo o que a gente poderia ter dito e não disse, feito e não fez.

Gaste seu amor. Usufrua-o até o fim. Enfrente os bons e maus momentos, passe por tudo que tiver que passar, não se economize. Sinta todos os sabores que o amor tem, desde o adocicado do início até o amargo do fim, mas não saia da história.



- Postado por: Nêga às 10h26
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"O mundo inteiro -- toda a imensidão do Universo -- revela a submissão passiva da matéria inanimada; somente a vida é o milagre da Liberdade."

Vassill Grossman.



- Postado por: Nêga às 09h42
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BAHIA, O LUGAR IDEAL.
ARNALDO JABOR - O COLUNISTA EM CRISE NÃO CONSEGUE VOLTAR DAS FÉRIAS.

Não consigo ir embora da Bahia.
Acabaram minhas férias e continuo aqui.
Mesmo que eu viaje depois do Carnaval, levarei a Bahia comigo.
Não se trata de louvá-la; quero entendê-la, não com a cabeça, mas com o
corpo, com as mãos, com o nariz, entender como um cego apalpa um objeto,
entender por que este lugar é tão fortemente estruturado em sua aparente
dispersão.
Aí, descubro que, ao contrário, a Bahia me ajuda a "me" entender.
Na Bahia, percebo que sou neurótico, obsessivo, sempre em dúvida, ansioso.
Gostaria de estar na Praia do Forte, quieto, dentro do mar, como um
peixe, como parte da geografia e não fora dela.
Salvador não é uma "cidade partida" como é o Rio, nem a cidade que expele
seus escravos, como São Paulo, que um dia será castigada, estrangulada por
sua periferia. Aqui, de alguma forma misteriosa, todos são donos da cidade.
Uma cidade erótica e religiosa, plantada nos cinco sentidos, fluindo do
corpo e da terra. Tudo se sincretiza, natureza e cultura. Amores fluem.
Os deuses não estão no Olimpo; são terrenos e florestais, estão na rua, no
dendê, nas palmeiras.
Tenho uma espécie de inveja e saudade desta cultura integrada, dessa
sociedade secreta que vejo nos olhares das pessoas falando entre si, uma
língua muda que não entendo, tenho inveja da grande tribo popular que
adivinho nos becos e ladeiras, das pessoas que riem e dançam nas beiras de
calçada, que se amam na beira-mar, tenho inveja desta cultura calma que
vive no "presente", coisa que não temos mais nas "cidades partidas", sem passado e com um futuro que não cessa de não chegar.
Nesta época maníaca, que se esvai sem repouso, aqui há o ritmo do prazer.
A civilização que os escravos trouxeram criou esta "grande suavidade", este
mistério sem transcendência, este cotidiano sem ansiedade, esta alegria sem
meta, esta felicidade sem pressa. Aqui a cultura vem antes da lei.
A sinistra modernidade tenta adquirir a Bahia, possuí-la, apropriar-se das
praias, das ilhas, dos panoramas.
Mas mesmo o progresso urbano e tecnológico aqui fica domado de certo modo
pela cultura. E o moderno ganha uma aparência única.
As festas do ano inteiro não são diversionistas, orgiásticas,
para "divertir'', são para integrar....
Não é uma sociedade, mas um grande ritual em funcionamento.
O Brasil aflito, injusto, imundo, inóspito devia aspirar a ser Bahia.
Aqui dá para esquecer o jogo sujo do Congresso em Brasília, aqui você não
morre afogado na enchente da marginal Tietê, nem o Ronaldinho é assaltado
com revólver na cabeça.
Não conheço lugar mais naturalmente democrático.
E, por isso, não consigo ir embora.
Vou comprar uma camiseta "NO stress" e ficar bebendo água de coco e
caipirinha para sempre.
E eu faço o que.....trabalhando diante de um visual desse???



- Postado por: Nêga às 19h18
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...

A língua girava no céu da boca.

C.D.A.

 

A língua girava no céu da boca. Girava! Eram duas bocas, no céu único.

O sexo desprendera-se de sua fundação, errante imprimia-nos seus traços de cobre. Eu, ela, elaeu.

Os dois nos movíamos possuídos, trespassados, eleu. A posse não resultava de ação e doação, nem nos somava. Consumia-nos em piscina de aniquilamento. Soltos, fálus e vulva no espaço cristalino, vulva e fálus em fogo, em núpcia, emancipados de nós.

A custo nossos corpos, içados do gelatinoso jazigo, se restituíram à consciência. O sexo reintegrou-se. A vida repontou: a vida menor.


Extraído do livro "O amor natural", Editora Record – RJ, 1992, pág. 29.



- Postado por: Nêga às 09h57
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Eu!



- Postado por: Nêga às 09h23
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Apenas um leve Banzo...

Sonho meu
(Dona Ivone Lara - Délcio Carvalho)
com Maria Bethânia


Sonho meu, sonho meu
Vai buscar que mora longe, sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar que mora longe, sonho meu

Vai mostrar esta saudade, sonho meu
Com a sua liberdade, sonho meu
No meu céu a estrela guia se perdeu
A madrugada fria só me traz melancolia, sonho meu
Sinto o canto da noite na boca do vento
Fazer a dança das flores no meu pensamento
Traz a pureza de um samba
Sentido, marcado de mágoas de amor
Um samba que mexe o corpo da gente
O vento vadio embalando a flor, sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar que mora longe, sonho meu
Sonho meu, sonho meu
Vai buscar que mora longe, sonho meu...

 

Toda vez é sempre essa mesma saudade, toda vez que volto da Bahia parece que um pedaço de mim fica por lá...volto com tantas saudades de tudo, de todos...sinto falta da minha avó me obrigando a comer, sinto falta de casa cheia, da maresia, das risadas, do amigos, tambores, dos beijos, abraços, do Huimaitá, da praia de água quente... ahhh sinto falta de tudo, sinto falta de mim, sinto saudades!

A Bahia berm que podia ser mais perto, né?!

Vai passar já... 



- Postado por: Nêga às 22h50
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