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Templates By Marina
Música para os ouvidos...
Venho de uma semana extremamente cansativa... provas, trabalho, pessoas, cotidiano, vida! Mas ainda sim resolvi mudar todo o meu esquema de trabalho para ir ao Acústico do D2 no MAM, depois do mesmo iria rolar Show do Mr. Catra, Tati e Bateria da Grande Rio no Circo Voador e para finalizar a noite dormir na casa do/com meu "Amor desapegado", tudo muito perfeito para quem passa as noites de sexta TRABALHANDO!
Para conseguir a façanha de não trabalhar na Sexta à noite, tive que pedir troca para um colega e simplesmente trabalhar de Quinta de 22:20hs até Sexta às 14:00hs, que acabei ficando até às 16:00hs, resolvendo uns problemas extras e acertando um choppinho no Carioca da Gema com uns amigos para "abrir o apetite da noite"!
Voltando para casa pego um engarrafento mais que SURREAL, chego por volta das 18hs e meu corpo, EXTREMAMENTE, voluntarioso, pede cama; está mais que no direito afinal depois da maratona que foi o dia...o que eu não contava que ele queria que eu dormisse até AGORA!
"Coisas fáceis, fazer um agrado
Coisas fáceis, abrir um sorriso
Coisas fáceis, estender os braços
Coisas fáceis, agir com juízo
Coisas fáceis, mostrar o caminho
Coisas muito fáceis, dizer a verdade
Coisas fáceis, cuidar com carinho
Coisas fáceis, viver com vontade
São coisas pra se fazer
sem esperar recompensas,
coisas pra se querer
coisas tão simples
e tão difíceis de esquecer
Um abraço , um sorriso , um aceno, coisas fáceis
Gestos tão pequenos, coisas fáceis
Coisas fáceis, mostrar o caminho
Coisas fáceis, dizer a verdade
Coisas fáceis, cuidar com carinho
Coisas fáceis, viver com vontade"
Agora fica a pergunta... Será?!
Escutando Coisas Fáceis, na voz de Jair de Oliveira.
Acesse: http://radio.terra.com.br/busca/musicas.php?musica=Coisas+Faceis

Nas mãos do Destino
Um grande guerreiro japonês chamado Nobunaga decidiu atacar o inimigo embora ele tivesse apenas um décimo do número de homens que seu oponente. Ele sabia que poderia ganhar mesmo assim, mas seus soldados tinham dúvidas. No caminho para a batalha ele parou em um templo Shintó e disse aos seus homens:
"Após eu visitar o relicário eu jogarei uma moeda. Se a Cara sair, iremos vencer; se sair a Coroa, iremos com certeza perder. O Destino nos tem em suas mãos."
Nobunaga entrou no templo e ofereceu uma prece silenciosa. Então saiu e jogou a moeda. A Cara apareceu. Seus soldados ficaram tão entusiasmados a lutar que eles ganharam a batalha facilmente.
Após a batalha, seu segundo em comando disse-lhe orgulhoso:
"Ninguém pode mudar a mão do Destino!"
"Realmente não..." disse Nobunaga mostrando-lhe reservadamente sua moeda, que tinha sido duplicada, possuindo a Cara impressa nos dois lados.
Concentração.
Após ganhar vários torneios de Arco e Flecha, o jovem e arrogante campeão resolveu desafiar um mestre Zen que era renomado pela sua capacidade como arqueiro.
O jovem demonstrou grande proficiência técnica quando ele acertou em um distante alvo na mosca na primeira flecha lançada, e ainda foi capaz de dividi-la em dois com seu segundo tiro.
"Sim!", ele exclamou para o velho arqueiro, "Veja se pode fazer isso!"
Imperturbável, o mestre não preparou seu arco, mas em vez disso fez sinal para o jovem arqueiro segui-lo para a montanha acima. Curioso sobre o que o velho estava tramando, o campeão seguiu-o para o alto até que eles alcançaram um profundo abismo atravessado por uma frágil e pouco firme tábua de madeira. Calmamente caminhando sobre a insegura e certamente perigosa ponte, o velho mestre tomou uma larga árvore longínqua como alvo, esticou seu arco, e acertou um claro e direto tiro.
"Agora é sua vez," ele disse enquanto ele suavemente voltava para solo seguro.
Olhando com terror para dentro do abismo negro e aparentemente sem fim, o jovem não pôde forçar a si mesmo caminhar pela prancha, muito menos acertar um alvo de lá.
"Você tem muita perícia com seu arco," o mestre disse, percebendo a dificuldade de seu desafiante, "mas você tem pouco equilíbrio com a mente que deve nos deixar relaxados para mirar o alvo."
http://www.chungtao.com/chungtao/Koans/koans_all.asp?ID=Koans

Zen significa entender a si mesmo completamente e então ajudar nosso mundo. Os seres humanos sofrem por não compreenderem a si mesmos. Temos forte tendência a nos identificar com nossos desejos e ódio, nossos gostos e aversões. Assim criamos sofrimento para nós mesmos e para os outros seres com quem compartilhamos nosso planeta. O Zen utiliza técnicas básicas de meditação para nos ajudar a retornar a nossa natureza original, a nosso ser amoroso e compassivo. Quando nossas mentes se acalmam, nossa natureza original se revela e nos permite viver uma vida útil com clareza, momento a momento.
"Se chamarmos a Paz ela vira. Através da própria Paz. Se chamarmos a Compaixão ela vira. Através da própria Compaixão. Se chamarmos a Verdade ela se manifestara. Através da própria Verdade. "
Monja Coen Sensei

http://radio.terra.com.br/busca/musicas.php?musica=Odara
Escutando Odara na versão O Melhor de Caetano.
"Os inimigos externos não são permanentes. Se lhes mostrarmos respeito, eles se tornarão nossos amigos. Mas o inimigo interno é um eterno inimigo a quem nunca devemos ceder.
Esse inimigo mora em nossos corações. Não podemos tranformar todos os maus pensamentos em nossos amigos, mas precisamos confrontá-los e controlá-los."
Dalai-Lama.

Crianças tapem os ouvidos... PUTA QUE PARIU, você conseguiu atingir o nível MÁXIMO do ESCROTIMÊTRO!!!!
Pronto falei... agora posso voltar a fazer o que estava fazendo com tranquilidade...



Bridget Jones: romântica e engraçada
Segundo longa-metragem sobre a heroína inglesa mostra cenas de puro humor pastelão
POR LUCIANA BORGES
As angústias femininas voltam às telas representadas por Bridget Jones, a jornalista inglesa criada pela escritora Helen Fielding. Mais atrapalhada do que nunca, ela reaparece três anos depois da estréia de O Diário de Bridget Jones. Desta vez, a heroína interpretada por Renée Zellweger vive o que acontece depois do conto de fadas, após encontrar seu 'príncipe encantado'. Sem ser mais uma 'pária do amor', como ela mesma se define no começo do filme, Bridget está curtindo as delícias de seu namoro com Mark Darcy, o advogado vivido pelo bonitão Colin Firth.
A narrativa apresentada em No Limite da Razão é quase inteiramente fiel ao segundo best-seller de Fielding, incluindo até mesmo diálogos tirados das páginas do livro. As diferenças na história ficam por conta da maior participação do ex-namorado de Bridget, o conquistador Daniel Cleaver, interpretado por Hugh Grant. A combinação deste triângulo amoroso mostra-se acertada: é hilário acompanhar os comentários sarcásticos de Cleaver quando se refere a Darcy. Em uma das cenas mais engraçadas, os dois rapazes estão 'lutando', literalmente, em torno de uma fonte em Londres. Tudo por causa de Bridget Jones.
A viagem da jornalista para a Tailândia é o acontecimento central da trama. Essas cenas reservam momentos bem divertidos. A heróina, por sua vez, aparece mais atrapalhada do que anteriormente. Como nesta produção a trama a ser percorrida é de certa forma maior, o filme se torna um tanto superficial. As crises existenciais da jornalista, que poderiam ser mais exploradas, graças à empatia já criada com o público, são levemente abordadas, em detrimento das muitas situações engraçadas apresentadas. Tudo ao estilo pastelão, é bom lembrar. Faz falta ainda uma maior elaboração das relações de Bridget Jones tanto com seus pais - principalmente a mãe, quanto com o grupo de amigos, tão fanáticos por fórmulas amorosas quanto a própria protagonista.
No entanto, como o filme não se leva a sério, as situações cômicas vividas por Jones em seu triângulo amoroso são um refresco totalmente descomprimissado, e bem mais divertido do que romântico. Colaboram para essa impressão, a trilha sonora repleta de temas ultra-batidos, com direito a Madonna e Beyoncé Knowles. O espectador pode, assim, se sentir completamente à vontade.
"pérolas aos porcos
já atirei aos montes
teimosamente cismei
que notariam seu valor
fartaram-se e foram embora
como previam os mais sábios
aprendi-lhes a conhecer
- os porcos -
quando me encontram
não me fitam os olhos
vigiam minhas mãos
mas as pérolas se acabaram
pequenos tesouros se foram
- em vão -
ainda bem que a chave do cofre
onde guardo diamantes
nunca carreguei comigo
ainda bem que o melhor de mim
está a salvo,
até que eu aprenda a separar
o joio do trigo."
Descaradamente copiado Blog Coração Valente, é lindo vale a pena conferir... http://cora.festim.net/

A verdade está no íntimo de cada um!
Yá.
Hoje uma irritabilidade latente, gritante... tomou conta do meu corpo, a tolerância passou longe de mim... estava à menos 20!
Mas nada como boas risadas, carinhos de "cyber friends", um livro e uma gostosa supresa para que os planetas voltem a se alinhar... encontrei um clip do Djavan no site do Terra, para quem perdeu o show porque dormiu mais que a própria cama... foi um excelente presente!
http://tv.terra.com.br/interna/0,,OI48368-EI2444,00.html
"Todo tipo de aquário, tem UM peixe!"
Êpa Heyi!
Ogum foi um dia caçar na floresta.
Ele ficou na espreita e viu um búfalo vindo em sua direção.
Ogum avaliou logo a distância que os separava
e preparou-se para matar o animal com a sua espada.
Mas viu o búfalo parar e, de repente,
baixar a cabeça e despir-se de sua pele.
Desta pele saiu uma linda mulher.
Era Iansã, vestida com elegância, coberta de belos panos,
um turbante luxuoso amarrado à cabeça
e ornada de colares e braceletes.
Iansã enrolou sua pele e seus chifres,
fez uma trouxa e escondeu num formigueiro.
Partiu, em seguida, num passo leve, em direção ao mercado da cidade,
sem desconfiar que Ogum tinha visto tudo.
Assim que Iansã partiu, Ogum apoderou-se da trouxa,
foi para casa, guardou-a no celeiro de milho
e seguiu, também, para o mercado.
Lá, ele encontrou a bela mulher e cortejou-a.
Iansã era bela, muito bela, era a mais bela mulher do mundo.
Sua beleza era tal que se um homem a visse, logo a desejaria.
Ogum foi subjugado e pediu-a em casamento.
Iansã apenas sorriu e recusou sem apelo.
Ogum insistiu e disse-lhe que a esperaria.
Ele não duvidava de que ela aceitasse sua proposta.Ele não duvidava de que ela aceitasse sua proposta.
Iansã voltou à floresta e não encontrou seu chifre nem sua pele.
"Ah! Que contrariedade! Que teria se passado? Que fazer?"
Iansã voltou ao mercado, já vazio, e viu Ogum que a esperava.
Ela perguntou-lhe o que ele havia feito daquilo que ela deixara no formigueiro.
Ogum fingiu inocência e declarou que nada tinha a ver,
nem com o formigueiro, nem com o que estava nele.
Iansã não se deixou enganar e disse-lhe:
"Eu sei que você escondeu minha pele e meu chifre.
Eu sei que você se negará a me revelar o esconderijo
Ogum, vou me casar com você e viver em sua casa.
Mas, existem certas regras de conduta para comigo.
Estas regras devem ser respeitadas, também, pelas pessoas da sua casa.
Ninguém poderá me dizer: Você é um animal!
Ninguém poderá utlizar cascas de dendê para fazer fogo.
Ninguém poderá rolar um pilão pelo chão da casa".
Ogum respondeu que havia compreendido e levou Iansã.
Chegando em casa, Ogum reuniu suas outras mulheres e
explicou-lhes como deveriam comportar-se.
Ficara claro para todos que ninguém deveria discutir com Iansã,
nem insultá-la.
A vida organizou-se.
Ogum saía para caçar ou cultivar o campo.
Iansã, em vão, procurava sua pele e seus chifres.
Ela deu à luz a uma criança, depois um a segunda e uma terceira...
Ela deu à luz a nove crianças.
Mas as mulheres viviam enciumadas da beleza de Iansã.
Cada vez mais enciumadas e hostis,
elas decidiram desvendar o mistério da origem de Iansã.
Uma delas conseguiu embriagar Ogum com vinho de palma.
Ogum não pôde mais controlar suas palavras e revelou o segredo.
Contou que Iansã era, na realidade, um animal;
que sua pele e seus chifres estavam escondidos no celeiro de milho.
Ogum recomendou-lhes ainda:
"Sobretudo não procurem vê-los, pois isto a amedrontará.
Não lhes digam jamais que é um animal!"
Depois disso, logo que Ogum saía para o campo,
as mulheres insultavam Iansã:
"Você é um animal! Você é um animal!!"
Elas cantavam enquanto faziam os trabalhos da casa:
"Coma e beba, pode exibir-se, mas sua pele está no celeiro de milho!"
Um dia, todas as mulheres saíram para o mercado.
Iansã aproveitou-se e correu para o celeiro.
Abriu a porta e, bem no fundo, sob grandes espigas de milho,
encontrou sua pele e seus chifres.
Ela os vestiu novamente e se sacudiu com energia.
Cada parte do seu corpo retomou exatamente seu lugar dentro da pele.
Logo que as mulheres chegaram do mercado, ela saiu bufando.
Foi um tremendo massacre, pelo qual passaram todas.
Com grandes chifradas Iansã rasgou-lhes a barriga,
pisou sobre os corpos e redou-os no ar.
Iansã poupou seus filhos que a seguiam chorando e dizendo:
"Nossa mãe, nossa mãe! É você mesma?
Nossa mãe, nossa mãe!! Que você vai fazer?
Nossa mãe, nossa mãe!!! Que será de nós?"
O búfalo os consolou, roçando seu corpo carinhosamente no deles e dizendo-lhes:
"Eu vou voltar para a floresta; lá não é um bom lugar para vocês.
Mas, vou lhes deixar uma lembrança."
Retirou seus chifres, entregou-lhes e continuou:
"Quando qualquer perigo lhes ameaçar,
quando vocês precisarem dos meus conselhos,
esfreguem estes chifres um no outro.
Em qualquer lugar que vocês estiverem,
em qualquer lugar que eu estiver,
escutarei suas queixas e virei socorrê-los."
Eis porque dois chifres de búfalo estão sempre no altar de Iansã.

Iansã/Oiá é um Orixá forte, determinada e impulsiva. Iansã tem a personalidade guerreira e batalhadora. Ela sempre luta por uma causa nobre e por justiça. Iansã, Senhora dos Ventos, Senhora das tempestades é rápida como eles e não fogem as demandas, sendo sempre muito destemida. Na Umbanda é reverenciada por Santa Bárbara. Iansã na umbanda incorpora com expressão altiva e com o braço direito estendido para cima e com a mão direita a balançar, como se estivesse chamando os raios. Iansã pode aparecer na corrente tanto na sua própria linha como na linha de Iemanjá - adentrando assim na linha das águas. Gosta de objetos de adornos, principalmente as bijuterias e o cobre. Pessoa extrovertida, franca, amante da natureza, engraçada, revela ambição e temperamento forte. Seus filhos são comunicativos extrovertidos.
Este orixá esta ligado ao culto dos mortos, quando dançam parecem expulsar as almas errantes com seus braços. Tem forte fundamento com Omulu, Ogum e Exu.
Cor: amarelo-ouro
Guia: contas de cristal douradas
Flores: crisântemos amarelos, rosas amarelas e todas as outras flores amarelas.
Local: Pedreiras
Saudação: Eparrei Iansã!
Salve 04.12!
O filme tem como personagem e tema principal a mulher, que talvez tenha sido a figura mais injustiçada durante aquele regime, impedidas de trabalhar, de andar nas ruas sem estar na companhia de um homem e mesmo de falar, além de expor qualquer parte do corpo, sendo obrigadas a vestir a burca, imagine o que é andar BURCA... Deus é mais!
Continuando...avó, mãe e filha vivem sozinhas, após a morte dos homens da família nos conflitos de guerra. Lutam pela sobrevivência, resistem, amedrontadas, á fome e ao abandono.
Diante do desespero da filha, a avó sugere que a neta tenha seus cabelos raspados e vista as antigas roupas do pai, fazendo se passar por um menino, para poder trabalhar e acompanhar a mãe nas ruas.
Levada à escola do Talibã, encontra-se diante de várias situações constrangedoras e ameaçadoras, até que é finalmente descoberta, sendo levada a julgamento, neste ela escapa da "morte" ; mas é ofercida como esposa para um um homem que tinha idade para ser seu avô... Osama foi o primeiro filme realizado após a queda do regime Talibã. Mulheres diferentes, realidades diferentes, culturas diferentes, pensamentos diferentes, ATITUDES diferentes!

O Sorriso de Monalisa.
Uma história emocionante... o filme se passa em 1953 e retrata a vida de mulheres "brilhantes" que buscavam sua própria identidade num mundo de papéis estabelecidos! Imagine o que não representava um diploma, para quem era "projetada" para SER esposa?!
Simplesmente Lindo!
Se olharmos para atrás... caminhamos, mudamos, conquistamos tanto! Mulheres evoluindo, SEMPRE, com o tempo!
Para variar, terminei em lágrimas! Ando tão a flor da pele...
Elisa Lucinda
Moço, cuidado com ela!
Há que se ter cautela com esta gente que menstrua...
Imagine uma cachoeira às avessas:
cada ato que faz, o corpo confessa.
Cuidado, moço
às vezes parece erva, parece hera
cuidado com essa gente que gera
essa gente que se metamorfoseia
metade legível, metade sereia
Barriga cresce, explode humanidades
e ainda volta pro lugar que é o mesmo lugar
mas é outro lugar, aí é que está:
cada palavra dita, antes de dizer, homem, reflita...
Sua boca maldita não sabe que cada palavra é ingrediente
que vai cair no mesmo planeta panela.
Cuidado com cada letra que manda pra ela!
Tá acostumada a viver por dentro,
transforma fato em elemento
a tudo refoga, ferve, frita
ainda sangra tudo no próximo mês.
Cuidado moço, quando cê pensa que escapou
é que chegou a sua vez!
Porque sou muito sua amiga
é que tô falando na "vera"
conheço cada uma, além de ser uma delas.
Você que saiu da fresta dela
delicada força quando voltar a ela.
Não vá sem ser convidado
ou sem os devidos cortejos...
Às vezes pela ponte de um beijo
já se alcança a "cidade secreta"
a Atlântida perdida.
Outras vezes várias metidas e mais se afasta dela.
Cuidado, moço, por você ter uma cobra entre as pernas
cai na condição de ser displicente
diante da própria serpente.
Ela é uma cobra de avental.
Não despreze a meditação doméstica.
É da poeira do cotidiano
que a mulher extrai filosofia
cozinhando, costurando
e você chega com a mão no bolso
julgando a arte do almoço: Eca!...
Você que não sabe onde está sua cueca?
Ah, meu cão desejado
tão preocupado em rosnar, ladrar e latir
então esquece de morder devagar
esquece de saber curtir, dividir.
E aí quando quer agredir
chama de vaca e galinha.
São duas dignas vizinhas do mundo daqui!
O que você tem pra falar de vaca?
O que você tem eu vou dizer e não se queixe:
VACA é sua mãe. De leite.
Vaca e galinha...
ora, não ofende. Enaltece, elogia:
comparando rainha com rainha
óvulo, ovo e leite
pensando que está agredindo
Este foi o final do semana do imprevisível, da quebra de regras, de perceber de quanto a vida tem de efêmero, da mudança de pensamentos sobre algumas coisas e principalmente pessoas... de entender que efetivamente nós não somos nada e que tudo, simplesmente TUDO, pode mudar em uma fração de segundos!
Minha mãe tem o hábito de dizer que o Amanhã não nos pertence... e com certeza ela tem razão!
Mas só um detalhe... o meu, o seu, o nosso HOJE, gera o amanhã!
Be carefull and enjoy your trip!
